Mostrando postagens com marcador Noticías animal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Noticías animal. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vídeo de mulher agredindo cão é investigado pela polícia em GO

A Polícia Civil de Formosa, cidade de Goiás localizada no Entorno do Distrito Federal, abriu inquérito há 25 dias para investigar uma denúncia anônima de maus-tratos a um cachorro que aparenta ser da raça Yorkshire. Segundo o delegado que investiga o caso, Carlos Firmino Dantas, o cachorro morreu.

A agressão foi filmada e o vídeo, divulgado no YouTube. Nas imagens, uma mulher agride o cão na frente de uma criança. O animal chega a ser arremessado para o alto e preso dentro de um balde.

Segundo o delegado, a mulher se apresentou na delegacia acompanhada de um advogado, mas não prestou depoimento. O G1 buscou contato com a responsável pelo cão através dos telefones divulgados juntamente com a denúncia na internet.
O G1 esteve na casa onde a muler vive com o marido e uma filha, a que aparece na gravação. O apartamento estava fechado e ninguém atendeu à campainha. Policiais que estiveram pela manhã na casa da mulher para pedir que ela evitasse aparecer em público devido à repercussão negativa do caso também não encontraram ninguém no apartamento.
O marido da mulher, que é médico, foi trabalhar de manhã em um posto de saúde da cidade, mas deixou de atender às 10h e suspendeu as consultas agendadas para o período da tarde. Na quinta-feira à noite, a equipe de reportagem conversou por telefone com uma mulher que, no início, disse ter uma filha com o mesmo nome citado na investigação. Mas, após ver o vídeo, negou que ela fosse sua filha.
O delegado Dantas disse que um inquérito foi aberto no dia 21 de novembro após a polícia ter recebido uma denúncia anônima e uma cópia do vídeo da agressão ao animal. Segundo ele, a dona do cachorro afirmou que agrediu o animal porque estava em um "mau dia".
O vídeo mostra a mulher chutando o cachorro e jogando o animal no chão. A gravação foi feita do alto, do que aparenta ser um andar com vista para a área de serviço da casa da mulher.
O vídeo de 3min26seg registra três momentos distintos, e a mulher aparece com roupas diferentes na gravação. O cachorro não se mexe depois das agressões. A mulher chega a colocar um balde sobre o animal.
Dantas disse que a pena prevista por maus-tratos pode chegar a até dois anos, caso a mulher seja processada e condenada. Como as agressões ocorrem em frente a uma criança, ele disse que a mulher pode ainda ser denunciada com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
Delegado da 1ª Delegacia de Formosa (GO), Carlos Firmino Dantas. (Foto: Rafaela Céo)Delegado da 1ª Delegacia de Formosa (GO), CarlosFirmino Dantas (Foto: Rafaela Céo)
O caso provocou repercussão nas redes sociais. O vídeo, publicado na quarta (14), teve mais de 320 mil visualizações até por volta das 10h desta sexta.
No Twitter, a vereadora Heloísa Helena (PSOL), que é ex-senadora e cumpre mandato atual na Câmara Municipal de por Maceió, anunciou que serão formalizadas ações no Ministério Público e defendeu a aprovação de lei contra maus-tratos dos animais.
O vereador Elias Vaz de Andrade (PSOL) anunciou que vai entrar com representação na delegacia-geral de Formosa nesta manhã
Fonte:G1, São Paulo

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Cadela presa em buraco é resgatada com equipamento de terremoto

FOTO: CORPO DE BOMBEIROS DA CIDADE DE HAMPSHIRE /DIVULGAÇÃO
Cadela foi solta com o uso de equipamentos utilizados para resgatar vítimas de terremoto no Japão e na Nova Zelândia. 
Uma cadela que ficou presa em um buraco na região de Hampshire, na Inglaterra, foi solta com o uso de equipamentos utilizados para resgatar vítimas do terremoto no Japão e na Nova Zelândia. Ivy, uma cocker spaniel de 4 meses, foi encontrada presa em uma toca de raposa, onde já estava há quatro dias.
A equipe de resgate do Corpo de Bombeiros de Hampshire utilizou sua câmera flexível de buscas e equipamentos de escuta durante a operação. Ivy foi encontrada por um morador, após ter sumido de sua casa em Burghclere.
Segundo um porta-voz dos bombeiros, as equipes fizeram a escavação com cuidado para nao ferir o animal. Eles conseguiram ver o rosto de Ivy após duas horas de trabalho.
Ivy estava presa na toca pelos quadris, e as pernas da frente estavam presas debaixo de seu peito, o que a impossibilitava de tentar sair. Uma vez retirada do buraco, Ivy foi encaminhada para a Sociedade Real de Proteção dos Animais, que a levaram para um veterinário local. Ela já está de volta à casa onde vivia.

Fonte: Terra

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Leão tetraplégico Ariel morre em São Paulo

Olá, pessoal estava lendo o site  Veja como de costume, quando me deparei com essa triste noticia '' Leão tetraplégico morre em São Paulo'' este leão se chamava Ariel, famoso na internet e na televisão, até acompanhei algumas noticias de seu tratamento, ele morreu nesta quarta-feira 27 de julho, em São Paulo como consequência de uma doença degenerativa autoimune não identificada, informou sua dona. Acompanhe noticia completa...




O leão Ariel, de 3 anos, morreu no começo da tarde desta quarta-feira, depois de sofrer                uma  parada cardiorrespiratória. O felino, que sofria de uma doença degenerativa e 
estava  tetraplégico, ganhou fama quando seus criadores começaram uma corrente
na internet  para arrecadar recursos para que ele voltasse a se movimentar. 
O animal vivia em Maringá (PR), mas  estava em São Paulo há mais de um mês, onde era
 submetido a um tratamento veterinário. Conhecido como plasmaférese, o procedimento
 remove elementos do plasma sanguíneo  que possam ser responsáveis por algumas
 doenças.
 Os primeiros problemas de locomoção apareceram em julho de 2010.
 Na capital paulista recebia doações de plasma sanguíneo de outros leões.
Ariel sofreu uma crise convulsiva nesta terça-feira e apresentou acumulo
 de líquido ao redor do pulmão. Nesta quarta, entretanto, sua dona Raquel
 Ferreira Borges da Silva, contou que ele havia apresentado uma visível 
melhora. "Quando a veterinária começou a aplicar o tratamento, eu
 percebi que ele estava bem e fui tomar banho", lembra Raquel, com 
a voz embargada. "Quando voltei para a sala eles já estavam tentando
 reanimá-lo. Hoje é o pior dia da minha vida. Estou muito triste" 
A veterinária Livia Pereira Teixeira, que cuidava de Ariel há sete meses
, confirmou que ele estava aparentemente bem pela manhã e respirava 
sem dificuldades. Na hora do almoço, depois de beijar a barriga do 
animal, limpar seus olhos e, com a ajuda de outra veterinária, mudar 
Ariel de posição, percebeu que ele tinha sofrido uma parada respiratória.
 Livia tentou, em vão, reanimá-lo com injeções de adrenalina e massagens
 cardiorrespiratórias. “Ele era como um filho", contou.
Antes de ser enterrado em Maringá, o corpo do felino será levado
 para a Universidade de São Paulo (USP), onde passará por uma
 necrópsia. "Preciso saber o que realmente aconteceu com
 ele", diz Raquel, chorando.



Algumas imagens de Ariel antes e durante o tratamento

                                                          
 Ariel participa de programa de TV em São Paulo, em 2010; no mesmo ano, o leão Ariel ficou doente, perdeu o movimento das patas traseiras e, desde então, passa o tempo deitado, precisando de ajuda dos criadores para poder se locomover. Uma comunidade na internet se mobiliza agora para custear o tratamento do animal

Com menos de um ano de idade, Ariel brinca na piscina da casa de seus donos, Ari e Raquel, em Maringá
Ariel é 
Aos dois anos, antes da paralisia, Ariel posa para foto ao lado da dona, Raquel Borges, em Maringá (PR)



Queria parabenizar a todas as pessoas que ajudaram no tratamento de Ariel, que deram muito amor e carinho a ele. Que Deus ilumine Ariel onde estiver.

Fica  na Paz!!!  

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Poodle enfrenta dois rottweilers para salvar dona que estava sendo atacada no Paraná

Maria Helena e Manchinha, o poodle que a salvou do ataque de dois rottweilers em Maringá (PR)


A aposentada Maria Helena da Silva, 65, foi salva em Maringá (428 km de Curitiba), no noroeste do Paraná, pelo próprio cachorro de estimação, da raça poodle, apelidado de “Manchinha”, quando dois cães da raça rottweiller fugiram de uma casa vizinha e passaram a atacá-la na rua.
Ao ver a proprietária sendo derrubada e mordida nas pernas pelos dois cães, Manchinha partiu para a briga e conseguiu desviar a atenção dos cachorros, que deixaram a mulher no chão e partiram para cima do poodle. O ataque aconteceu no último domingo (17).
Alertados pelo barulho da briga dos cães, moradores das outras casas conseguiram evitar que Manchinha fosse dilacerado pelos dois rottweilers. A aposentada teve apenas leves escoriações nas pernas. Manchinha foi internado em estado grave numa clínica veterinária da cidade.
“Nunca passei por algo assim. Se não fosse aquele cachorrinho, eu é que tinha sido dilarecerada”, disse a aposentada, que também usa o poodle, de oito anos de idade, como cão guia, já que ela tem apenas 20% da visão, sequela de um AVC (acidente vascular cerebral).

Fonte: uol noticias

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Cão é treinado para farejar celular em presídio no RS

Susepe precisa autorizar uso do animal para primeira vistoria nas celas.
Dois agentes penitenciários foram capacitados para acompanhar o cachorro.

Cão Onix, da raça pastor belga malinois, tem 2 anos e treina localização de celulares há sete meses (Foto: Dario Carvalho/Zero Hora/Ag.RBS)




Um cachorro da raça pastor belga malinois está sendo treinado há sete meses para farejar celulares em celas de presídios no Rio Grande do Sul. Ônix tem 2 anos e espera um aval da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) para começar a atuar na Penitenciária Modulada de Uruguaiana (RS).
Segundo Max Marçal, diretor da unidade prisional em Uruguaiana, faltam detalhes burocráticos e administrativos para o cachorro acompanhar as equipes de segurança durante a revista nas celas. "Temos 535 presos divididos em 160 celas. Como se trata de um cachorro 'civil', ele ainda não fez nenhuma ação concreta na penitenciária, embora esteja fazendo treinamento em uma área da unidade, que não é de segurança máxima."
Onix é treinado pelo adestrador Carlos Bianchi. "São sete meses de cuidado diário com o cachorro para ele chegar a esse nível de farejamento. Os avós dele eram cães farejadores, mas os pais estavam encostados, sem usar a habilidade natural da raça. Felizmente ele apresentou bom resultado."
Marçal disse que dois agentes penitenciários estão capacitados para atuar com o cachorro nas revistas nas celas. "A ideia é desenvolver um projeto de termos o nosso próprio canil na penitenciária. Entre as estatísticas de segurança interna da penitenciária, as apreensões de celulares estão entre as mais comuns na unidade, por isso o uso do cão seria positivo para coibir ainda mais a entrada irregular de celulares nas celas."
"O cachorro [Onix] tem perfil de guarda, proteção pessoal e até de buscar objetos. Hoje, capacitado como está, creio que ele esteja avaliado em cerca de R$ 5 mil, mas não vendo por nada", disse o adestrador.
Fonte:G1, São paulo

terça-feira, 5 de julho de 2011

Cães voluntários

Cães usam até crachá em visita a pacientes de hospital


SÃO PAULO - Basta ele colocar as patas no Hospital Paulistano,
na região central da capital , para que todos larguem o que estavam fazendo. Eram 15h de quinta-feira quando o cão desfilou pelo corredor, com a língua de fora e o crachá com sua foto orgulhosamente pendurado no peito. Não demorou para que se formasse uma aglomeração. Uma enfermeira saiu de trás do balcão, puxou o celular do bolso e se aproximou, disputando espaço com os curiosos. Mesmo com um certo ar de constrangimento, ela não resistiu ao desejo: "Posso tirar uma foto dele?"
A presença do cão Nick, de 2 anos e 10 meses, da raça golden retriever, transformou o ambiente. Ele faz parte da ONG Amicão e Cãopanheiro, que visita instituições de saúde para ajudar no tratamento dos pacientes. Era a "estréia" de Nick depois do adestramento para ser "voluntário" da ONG. Com a carteira de vacinação em dia, ele ainda passou por um processo de higienização antes da visita.
Com pressão alta, a funcionária pública Agueda Machado completou 39 anos. O gosto azedo de passar um aniversário num hospital foi amenizado pela chegada do cão, que entrou no seu quarto junto com um coro de "Parabéns a Você".
O mecânico Ingo Shoen, de 51 anos, também abriu um largo sorriso ao ver Nick entrando pela porta. Por alguns minutos, ele esqueceu da infecção decorrente de uma cirurgia na coluna, há dois meses.
- O cão traz alegria. É como se o paciente se sentisse com um pé fora do hospital - diz o médico Fernando Seixas.
O cão traz alegria. É como se o paciente se sentisse com um pé fora do hospital, diz o médico
A aposentada Iracy Gomide Ortiz Monteiro, de 91 anos, está internada há quase dois anos. Ela respira com aparelhos e tem diabetes e hipertensão. Parte de sua história foi fixada na parede do quarto: numa das fotos, Iracy está no sofá de casa com um cão no colo. O gosto por cães fez com que sua filha, a advogada Vera Ortiz, pedisse a inclusão do quarto da mãe nas visitas de Nick.
- A mamãe se comunica com os olhos. Mostra interesse quando vê algo diferente - diz.
Bruna Dias, de 19 anos, também tem dificuldades para se comunicar. Ela é portadora da Síndrome de Rett, anomalia genética que a impede de falar e caminhar. Bastou que o cão entrasse no seu quarto para que o seu astral mudasse. Sentada na cama, ela aproximou o corpo de Nick e deixou que ele a lambesse.
ONG conta com 11 'voluntários'
A ONG Amicão e Cãopanheiro conta com uma equipe composta por 11 cães. Entre eles, um pastor alemão aposentado da Polícia Militar. A organização faz visitas regulares a locais como o Hospital São Paulo, o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), o Hospital Santa Bárbara e o Hospital Paulistano.
Mas o começo foi quase ocasional. Em 2004, as irmãs Angela Borges, de 49 anos, e Luci Lafusa, de 53, assistiram a um documentário na TV que mostrava o trabalho feito por "cães voluntários" em hospitais. Ali despertava a idéia para a criação da ONG. O cachorro Joe Spencer, que pertence às irmãs, foi o primeiro animal da organização. Assim como Nick, ele é da raça golden retriever.
Desde então, as irmãs passaram a colecionar histórias de afeto entre cães e pacientes. Algumas delas serão relatadas num livro, que está sendo escrito por Luci. Há casos como o de uma menina que tinha feito uma cirurgia nos olhos e só decidiu abri-los depois que a enfermeira anunciou a chegada do cão. Ou o de uma paciente operada que se levantou da cama após uma visita do animal.
Uma das histórias que mais emocionam as idealizadoras da ONG é a de uma visita no setor de pediatria, em que o cachorro se aproximou de uma menina que costumava esconder o rosto, envergonhada por causa de uma deformação.
- Ela estava toda encolhida, e aí abriu um sorriso. O nosso trabalho é quebrar essa rotina de doença e levar amor para as pessoas - afirma Angela.
Pioneiro
Sérgio Mendes, de 71 anos, foi um dos precursores no tratamento de doentes com auxílio de cães no país. Em 2001, ele levou um cachorro pela primeira vez ao Hospital Universitário da USP. Economista aposentado há 13 anos, aprendeu a adestrar cachorros como uma forma de preencher os dias. Para isso, fez estágio de três meses num acampamento de lobos nos EUA para entender as raízes do comportamento canino. Ao voltar ao Brasil, Mendes estava decidido a ajudar os doentes.
- Tive a idéia tomando café com um especialista no assunto, durante o meu estágio nos EUA. Esse tipo de tratamento faz uma diferença na vida das pessoas - explica.
Parte das recordações dos sete anos de terapia com cães encontra-se dentro de uma carteira, onde Mendes guarda os crachás usados pelos cachorros nos hospitais. Outra parte das lembranças está registrada no livro "Cachorro também é remédio", que ainda não foi lançado por falta de recursos.
No apartamento, onde mora sozinho, nos Jardins, Mendes treina atualmente a cadela Paçoca, de 10 meses, e sem pedigree. Vira-lata, ela foi adotada pelo aposentado no Centro de Controle de Zoonoses de Ubatuba, entre mais de 400 cães, com um destino traçado: alegrar a vida de pacientes internados.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Após voar mais de 20 vezes em 1 ano, cão ganha pacote de viagens nos EUA...

"Moose" foi o animal recordista de voos pela 'JetBlue' em 2010.
cão e sua dona, Jamie Griebner, ganharam viagem para Los Angeles.
'Moose' foi o animal recordista de voos pela 'JetBlue' em 2010.  Após mais de 20 voos entre Boston e Buffalo, no estado de Nova York (EUA), o cão chamado "Moose", de 1 ano de idade, e sua dona, Jamie Griebner, ganharam uma pacote de viagens para Los Angeles (EUA). Segundo a "JetBlue", "Moose" foi o animal de estimação recordista de voos pela companhia aérea em 2010.

Fonte : Do G1, em São Paulo